Dá pra adivinhar como funciona hoje.
Você imprime o produto, tira umas fotos com o celular, sobe umas oito imagens parecidas e escreve "benefícios" em cima de uma delas. Publica e espera.
Ou então faz o contrário: entope cada imagem de texto, especificação e seta — e o cliente pula tudo, porque ninguém tem paciência de ler 15 segundos de letra miúda numa foto.
Quando o anúncio não fala nada, a cabeça do cliente fica em aberto — e ele pensa o que quiser.
Ele pode achar bonito. Pode achar escuro. Pode não entender o tamanho. Você não está guiando o pensamento dele — está torcendo.
E aqui está o detalhe que muda tudo: tem anúncio mal feito no seu nicho vendendo aos milhares — foto escura, imagem repetida, texto errado. Anúncio pobre já vende. Imagina um anúncio construído pra falar direto com o psicológico do cliente.